Bancários seguem mobilizados por isonomia e contra metas abusivas no Banco do Brasil
Nesta quinta-feira, 14 de agosto, parte da diretoria do Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região participou de uma atividade no prédio Matarazzo, na Avenida Paulista, junto a dirigentes sindicais de outras entidades. Os diretores João Cardoso e Roberto Leite se juntaram à mobilização para reforçar duas pautas centrais: a luta por isonomia entre todos os funcionários do Banco do Brasil e a defesa de melhorias no custeio da Cassi.
Nos últimos meses, o movimento sindical conquistou um avanço histórico: a integração dos trabalhadores egressos de bancos incorporados, Banco Nossa Caixa (BNC), Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP), aos planos de previdência da Previ e ao plano de saúde da Cassi. Agora, a reivindicação é garantir que todos os bancários e bancárias, independentemente da data de ingresso ou da origem bancária, tenham direito à permanência na Cassi após a aposentadoria com a contribuição do banco, e não apenas como autopatrocinados.
Além disso, os dirigentes também denunciaram as metas abusivas impostas pelo BB. Após registrar queda de 20,7% no lucro líquido no primeiro trimestre de 2025, o banco tem penalizado seus trabalhadores dobrando metas e pressionando por resultados insustentáveis, o que vem agravando o adoecimento da categoria.
Para João Cardoso, secretário de Comunicação do Sindicato e bancário do Banco do Brasil, é essencial que a sociedade saiba o que está acontecendo:
“Estamos denunciando para a população os abusos que o Banco do Brasil vem praticando contra seus trabalhadores, como as metas abusivas que adoecem e afastam bancários. Ao mesmo tempo, seguimos na luta por isonomia, para que todos os funcionários, independentemente da sua origem no banco, tenham direitos iguais. Essa é uma questão de justiça e respeito à categoria.”

