Dia de paralisação programada tem atividade do Sindicato na CEF

Após aprovação de paralisação programada das atividades da Caixa Econômica Federal (CEF), mas respeitando o contingente mínimo de 60% d@s trabalhador@s em seus postos, o Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região esteve na agência 250, região Central de Guarulhos, para dar voz aos bancári@s na luta contra o desmonte da CEF, contra a abertura de capital da Caixa Seguridade, por um banco 100% público e por contratações.  A atividade aconteceu simultaneamente em diversos pontos do Brasil com a participação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Associações do Pessoal da Caixa (Apcefs) e Sindicatos de todo o país.

 

 

Atualmente, o déficit de trabalhadores e trabalhadoras ultrapassa a marca de 20 mil postos de trabalho, o que reflete na capacidade de atendimento daquelas que atuam pelo banco. “A intenção do governo é desmontar o banco, demitir bancários e bancárias, precarizar o atendimento e depois convencer a população de que é preciso privatizar o serviço. A Caixa está sendo vendida aos pedaços e se continuar dessa forma a sociedade não terá um banco público que atenda a população mais carente como a Caixa atende”, pontuou Roberto Leite, diretor do Sindicato e bancário da CEF.

 

Em alusão a “banana” que o governo federal tem dado à população no que diz respeito à vacinação e enfrentamento da pandemia e também aos funcionári@s da Caixa quando o assunto é condição de trabalho, fatiamento da instituição e ataques aos direitos, os diretores do Sindicato distribuíram bananas para a população.

 

 

A certa altura da conversa com a população, um homem que se identificou como “superintendente da Caixa” se dirigiu aos diretores acompanhado de seguranças na tentativa de acabar com a atividade, mas amparados pela lei e no cumprimento da liminar obtida pela CEF – que ajuizou perante o Tribunal Superior do Trabalho e que determinou que sejam mantidos 60% d@s empregad@s em seus postos – o Sindicato deu continuidade à atividade. “A Caixa não é desse governo e tampouco deste gerente, a Caixa é de todos nós. São 160 anos de história, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do povo brasileiro e que agora está sendo ameaçado de privatização, com bancári@s obrigados a vender ações para vender parte da empresa, um tiro no próprio pé”, explicou João Cardoso, diretor do Sindicato.

 

A paralisação programada também defende a  vacinação em massa contra a disseminação do Coronavírus e também está presente nas redes sociais com a hashtag #BrasilseguroeCaixapública. Participe das atividades, posicione-se contra os ataques e em defesa do emprego de mais de 80 mil bancários e bancárias em todo o país.

 

 

 

 

 

 

 

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