Na Vila Galvão, Diretoria promove Plebiscito Popular e reafirma defesa do Banco do Brasil
Nesta quinta-feira, dia 4 de setembro, a Vila Galvão, em Guarulhos, recebeu o Plebiscito Popular, iniciativa que vem percorrendo diversas cidades da Grande São Paulo para dialogar com a população sobre a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, o fim da escala 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A atividade, que vem sendo organizada e realizada pela diretoria do Sindicato desde o dia 12 de julho, foi prorrogada até o final de setembro, decisão que amplia a oportunidade de participação popular.
O encontro mobilizou trabalhadores e moradores da região, que puderam registrar seus votos e compartilhar relatos sobre as dificuldades enfrentadas no dia a dia. Além do plebiscito, o ato também foi marcado pela defesa do Banco do Brasil contra os ataques da extrema direita, que tenta fragilizar a instituição e criar pânico entre a população.
Após ter afirmado que seguirá cumprindo a legislação brasileira diante da chamada lei “Magnitsky”, o BB foi alvo de uma campanha orquestrada por Eduardo Bolsonaro e setores aliados a Donald Trump, que espalharam notícias falsas para induzir clientes a retirarem seus recursos do banco.
O secretário de Comunicação do Sindicato e bancário do BB, João Cardoso, ressaltou a gravidade da situação:
“Em quase 30 anos de trabalho no Banco do Brasil, eu nunca vi um ataque como esse, não se trata apenas de uma ofensiva contra uma instituição bicentenária, mas contra todo o povo brasileiro. O BB é forte, é patrimônio nacional, fomenta a agricultura familiar, o agronegócio e a economia como um todo. Nossa defesa é pela soberania e pelos direitos da classe trabalhadora.”
Com 216 anos de história, o Banco do Brasil é responsável por sustentar mais de 70% do agronegócio brasileiro e financiar parte essencial da produção de alimentos que chegam à mesa da população.
No Dia da Independência, o povo ocupa as ruas!
Neste 7 de Setembro, a CUT e os movimentos sociais convocam a população a ocupar as ruas em defesa da soberania e contra a extrema direita aliada ao tarifaço de Trump. Em São Paulo, a manifestação será na Praça da República, a partir das 9h da manhã.
A data, que tradicionalmente marca o Grito dos Excluídos e das Excluídas, também contará com o recolhimento de votos do Plebiscito Popular, grande consulta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, pelo fim da escala 6×1, pela isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil e pela taxação das grandes fortunas.
Neste 7 de Setembro, a resposta popular será clara: o Brasil não se curva ao entreguismo, ao ódio e ao autoritarismo, defendemos a soberania e os direitos da classe trabalhadora!












