Nova direção da Petrobrás tende a alterar reajuste dos combustíveis

A polêmica entre a direção da Petrobras e o governo Temer sobre o preço dos combustíveis está fervendo depois da longa greve de caminhoneiros e empresas de transporte de cargas que abalou a rotina e a economia do país. O consenso é que não dá mais para reajustar diariamente o preço da gasolina e do gás de cozinha, já que o diesel ficou agora congelado por 60 dias e depois terá ajustes apenas mensais. Mas, o desafio até aqui insolúvel é como garantir o lucro dos investidores privados da Petrobras. A direção da Petrobras quer que os recursos públicos do governo banquem a diferença, mas o governo está com suas finanças combalidas e resiste. A ideia predominante é só reajustar os preços uma vez por mês, mantendo-os vinculados aos preços internacionais e à variação do dólar. E impedir que as empresas privadas concorrentes que importam os combustíveis pratiquem preços mais baixos.

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