Sindicato amplia mobilizações contra o desmonte do Bradesco com nova ação em Mairiporã
A diretoria do Sindicato segue firme no enfrentamento à política de reestruturação adotada pelo Bradesco, que tem promovido demissões em massa, sobrecarga de trabalho, precarização do atendimento e o afastamento da população mais vulnerável dos serviços bancários presenciais. Desde o dia 21 de maio, quando a primeira ação ocorreu no Centro de Guarulhos, a mobilização cresceu e passou pelos Pimentas, Itaquaquecetuba e, mais recentemente, por Mairiporã, onde o Sindicato esteve presente nesta quinta-feira, 24 de julho, dando continuidade à campanha de denúncia.
A principal crítica feita é ao modelo de “Agência de Negócios”, que elimina o atendimento básico, desumaniza o serviço bancário e reforça o abandono dos aposentados e pequenos clientes. Além disso, o ambiente de trabalho tem piorado com a pressão por metas e o adoecimento dos funcionários que resistem. Em todas as atividades, com uso de som e material informativo, o Sindicato dialoga com a população e denuncia publicamente o desrespeito do banco com seus trabalhadores e clientes.
“É importante ressaltar que a agência Bradesco Mairiporã piorou muito o seu atendimento, principalmente depois que a agência Bradesco Terra Preta foi fechada e mais de sete mil clientes tiveram que ser transferidos para Mairiporã, prejudicando especialmente os idosos que sofrem com a mobilidade e o custo para percorrer os dez quilômetros que separam Terra Preta do Centro da cidade”, pontuou Jonas Servilha, diretor do sindicato e funcionário do Bradesco Mairiporã.







