Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região marca presença em atividades do Dia da Consciência Negra
O Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região participou ativamente das celebrações e mobilizações do Dia da Consciência Negra, em eventos realizados tanto em Guarulhos quanto na capital paulista. Este ano, as atividades ganharam um significado ainda mais especial por serem realizadas pela primeira vez como feriado nacional, fruto da sanção do presidente Lula em dezembro de 2023.
19ª Edição em Guarulhos: Contra o Racismo e pela Efetivação das Políticas Públicas
Em Guarulhos, o evento teve como tema “Guarulhos contra o racismo pela efetivação das políticas públicas antirracistas”, reunindo militantes do movimento negro e movimentos sociais. A concentração aconteceu às 9h, no marco da Consciência Negra, localizado na Rua Anita Guastini Eiras, reunindo cerca de 300 pessoas. Em uma passeata vibrante e cheia de significados, os participantes caminharam até a Praça Getúlio Vargas, levando às ruas a urgência da luta antirracista e a importância da resistência.
21ª Marcha da Consciência Negra em São Paulo: Homenagem aos Heróis da Resistência
Na capital paulista, a 21ª Marcha da Consciência Negra reuniu milhares de pessoas no vão do MASP, na Avenida Paulista, com concentração iniciada às 13h. Este ano, o lema foi “Palmares de pé, racismo no chão. Zumbi e Dandara vivem em nós!”, exaltando a luta e o legado dos heróis Zumbi dos Palmares e Dandara. O evento reforçou a necessidade de manter viva a memória da resistência negra e de cobrar justiça e igualdade.
Para Luis Carlos dos Santos, diretor do Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região, o Dia da Consciência Negra é um momento de celebração e luta:
“Precisamos celebrar esses momentos porque temos uma vida para celebrar e para cobrar. A resistência desse momento é muito importante. Vivemos em um país estruturalmente racista, e é fundamental nos apropriarmos da nossa história, uma história de pessoas que foram desprezadas desde a constituição desse país. Por isso, é essencial dialogar com a sociedade, porque muitas pessoas ainda acham que o racismo não existe.”


































