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Alteração estatutária do Sindicato é aprovada em assembleia com 92% dos votos válidos

Entre os dias 28 de outubro e 07 de novembro, os bancários e bancárias de Guarulhos e Região participaram de uma assembleia online que aprovou, com 92% dos votos válidos, alterações no estatuto do Sindicato. Essas mudanças têm como objetivo modernizar as diretrizes da entidade e adaptá-las aos novos desafios enfrentados pela categoria.

 

A atualização do estatuto do Sindicato busca o alinhamento com os Estatutos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Fetec), assegurando que a organização siga as melhores práticas e diretrizes do setor bancário em âmbito nacional.

 

Entre as mudanças aprovadas, destaca-se a ampliação da base de representação, incluindo agora trabalhadores de cooperativas de crédito e empregados de empresas regulamentadas pelo Banco Central. Essa inclusão representa um passo importante para tornar o Sindicato mais abrangente e inclusivo, permitindo uma representação mais ampla e alinhada com o mercado de trabalho atual.

 

Outros pontos de alteração incluem:

 

A regra para manutenção de associados aposentados, garantindo-lhes direitos na entidade;

 

A redução do tempo de 12 para seis meses na profissão, para que os associados possam concorrer nas eleições do Sindicato;

 

Ampliação do tempo de mandato para futuras diretorias, de três para quatro anos, em conformidade com demais Sindicatos, Fetec, Contraf e CUT;

 

A adequação da relação de mídias oficiais do Sindicato, acompanhando as mudanças nos canais de comunicação e interação com a categoria.

 

 

Para Wanderley Ramazzini, presidente do Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região, as alterações são um avanço importante:

 

 

“Essas mudanças fortalecem nossa entidade e tornam o Sindicato ainda mais representativo e democrático. Nossa missão é lutar pelos direitos dos bancários, e adaptar nosso estatuto significa estar preparado para enfrentar as novas demandas da nossa categoria. A inclusão de trabalhadores de cooperativas de crédito e de empresas regulamentadas pelo Banco Central é essencial para garantir que ninguém seja deixado para trás em nossa base de representação.”

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