Diretores do Sindicato debatem home office com bancários do BB, em Guarulhos
Parte da diretoria do do Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região esteve nesta quinta-feira, dia 12, no escritório digital do Banco do Brasil, localizado na Vila Galvão, para dialogar com os funcionários sobre os prós e contras do regime de home office. João Cardoso, Roberto Leite, Jessé Costa e Luis Carlos dos Santos ouviram os trabalhadores para levar suas demandas à mesa de negociação com o banco.
Durante o encontro, os bancários relataram interesse quase unânime em aderir ao teletrabalho, seja em formato integral ou híbrido. Embora o acordo coletivo da categoria já preveja essa possibilidade, os diretores alertaram para entraves impostos pela instituição, como a limitação da elegibilidade por parte do banco e o recuo de áreas que antes permitiam o regime remoto. A proposta agora é levar a manifestação dos trabalhadores à Comissão de Organização dos Empregados do BB, buscando a efetiva implementação do modelo.
“Nosso papel é garantir que todos os direitos sejam mantidos, independentemente do local de trabalho. O home office é um direito que precisa ser respeitado e regulamentado conforme o que está previsto no nosso acordo coletivo”, afirmou João Cardoso, dirigente sindical e funcionário do Banco do Brasil há 31 anos.
Ele destacou também os cuidados com ergonomia, jornada e direito à desconexão que constam no documento.
Além disso, os dirigentes alertaram para a necessidade de manter o diálogo permanente entre trabalhadores, banco e sindicato, para que o atendimento de demandas individuais, como problemas técnicos, afastamentos ou casos de violência doméstica, seja feito de maneira adequada. O teletrabalho, segundo eles, também deve prever suporte técnico, ajuda de custo e estrutura adequada fornecida pela empresa.





