#EleNão: mulheres mostram sua força em ato contra Bolsonaro

No sábado, dia 29, mulheres de várias cidades do país foram às ruas protestar contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL). Em São Paulo, aproximadamente 500 mil pessoas reuniram-se no Largo da Batata e o encontro entrou para história do país como a maior manifestação de mulheres e uma das maiores manifestações contra um candidato específico.

 

Pacífico, o protesto também reuniu crianças e idosos, unidos por um mesmo objetivo: a luta contra o fascismo. “Nós fomos às ruas de maneira pacífica e organizada manifestar o nosso desejo de não querer um presidente racista, homofóbico, misógino, xenofóbico, sem um discurso de união e preconceituoso. Em pleno 2018 não podemos aceitar esses discursos como algo natural”, relatou a diretora do Sindicato, Silvana Kaproski.

 

As manifestações aconteceram em mais de 114 cidades do país e em outras foram registradas nas cidades de Nova York, Lisboa, Paris, Londres e Barcelona.

 

Foram mais de 8h de manifestação. As mulheres marcharam para a avenida Paulista às 19h30, onde presenciaram uma apresentação da cantora Elza Soares, e a dispersão começou por volta das 21h.  Manuela D’ávilla, que compõe chama com o petista Fernando Haddad; Marina Silva e Sonia Guajajara também estiveram no Largo da Batata.

 

“Nós vamos mudar o rumo dessas eleições, não aceitamos o machismo, o fascismo e a violência. Essa manifestação de sábado, 29, foi só uma amostra do que somos capazes, juntas somos mais fortes”, finalizou a secretária.

 

 

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