Sindicato garante o direito de descanso aos finais de semana do banco Santander

De acordo com dados divulgados pelo Banco Central, o Santander conquistou a liderança do ranking de reclamações no primeiro trimestre de 2019. Entre os principais problemas aferidos estão falta de legitimidade das operações e a informação de produtos e serviços sem clareza. Talvez por isso, na tentativa de amenizar o impacto negativo a sua imagem, o banco espanhol tomou duas medidas populistas e polêmicas, de forma unilateral. A primeira delas desconsiderou o risco à vida de bancários, bancárias, vigilantes e clientes ao determinar a retirada das portas de segurança de suas agências e a mais recente delas, a de se apropriar do aspecto positivo de ações solidárias ao impor uma ação de voluntariado dentro das agências durante os finais de semana. O Sindicato, atento ao desrespeito à legislação brasileira pela instituição financeira, está revertendo ambos processos. No primeiro caso, com a aprovação de uma lei com relação à segurança bancária, de autoria do vereador José Luiz, bancário do Banco Bradesco, que entre outras coisas, determina que os estabelecimentos bancários possuam a porta de segurança. Já em relação ao trabalho aos sábados, os diretores e diretoras promoveram reunião com os funcionários e funcionárias para explicar o posicionamento do Sindicato e, até o momento, obteve êxito na estratégia de garantir o que prevê a lei 4178/62, que extingue o expediente interno e externo aos finais de semana, e a lei 9608/98 que regulamenta o voluntariado.

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