Guti e Soltur são alvos de inquérito por suposta improbidade administrativa

A criação de cargos por Guti (PSB) em dezembro de 2017 virou alvo de investigação na Justiça. O promotor Ricardo Emanuel Castro instaurou inquérito contra o prefeito e o presidente da Câmara, Eduardo Soltur (PSB). A ação teve origem numa denúncia anônima e também investigará Fernanda Fachini Rateiro, que seria noiva do prefeito e beneficiada diretamente com a criação dos cargos

 

A denúncia acatada pelo promotor diz que a Prefeitura enviou projeto de lei (7.604/2017) à Câmara para criar cargos e favorecer funcionários e funcionárias concursados com ligação pessoal ao prefeito e à Soltur.

 

Foram promovidos Agentes Técnicos Parlamentares a Advogado Geral e Consultores Legislativos. Fernanda, supostamente favorecida, teve seus vencimentos elevados de R$13.500 para R$27 mil, um aumento de mais de 100%.

 

O inquérito pede a inconstitucionalidade da lei e alega que a manobra é “imoral” . O promotor solicita todas as portarias de nomeação para funções de confiança e os pareceres das comissões que analisaram o projeto, além das atas de votação.

 

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