Não tem arrego! Dia 19 é dia de luta contra a Reforma da Previdência

O ano ainda é novo, mas as lutas são antigas e não cessam. Dia 19 de fevereiro, data prevista para a Reforma da Previdência entrar na pauta da Câmara dos Deputados, é dia de resistência. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e principais centrais sindicais do país convocam seus sindicatos e militantes para participar do “Dia Nacional de Luta”, com greves, paralisações, assembleias e atos públicos contra mais esse retrocesso.

 

Os atos começam já na próxima semana e prosseguirão até o dia que a nova proposta seja retirada da pauta de votação e engavetada. Na reunião onde as manifestações foram decididas, realizada na quarta-feira, dia 31, a CUT e demais centrais repudiaram a campanha enganosa do governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (PMDB), que usa a televisão aberta, uma concessão pública, para tentar convencer a população de que as alterações serão positivas para o País.

 

Segundo pesquisa CUT/Vox Populi, 85% da população é contra as mudanças e Temer encara o desafio de tentar reverter esse percentual e conquistar o apoio das pessoas.

 

Nota das centrais

Centrais realizarão Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência

 

Em reunião manhã desta quarta-feira (31), as centrais sindicais (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, Intersindical) aprovaram a realização de uma Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência.

 

Na oportunidade, as centrais repudiaram a campanha enganosa do governo Michel Temer para aprovar a Reforma da Previdência. E orientam para o próximo dia 19 de fevereiro um Dia Nacional de Luta.

 

Com a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, as centrais orientam suas bases a entrarem em estado de alerta e mobilização nacional imediata, com a realização de assembleias, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, blitz nos aeroportos, pressão nas bases dos parlamentares e reforçar a pressão no Congresso Nacional.

 

As centrais sindicais conclamam suas bases a reforçar o trabalho de comunicação e esclarecimento sobre os graves impactos da “reforma” na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

 

A unidade, resistência e luta serão fundamentais para barrarmos mais esse retrocesso.

 

Antonio Neto, presidente da CSB

 

Adilson Araújo, presidente da CTB

 

Vagner Freitas, presidente da CUT

 

Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical

 

José Calixto, presidente da Nova Central

 

Ricardo Patah, presidente da UGT

 

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