Polícia Federal indicia Temer e filha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Foram 13 meses de investigação até que a Polícia Federal (PF) finalizasse o inquérito que investigava o envolvimento do presidente Michel Temer (MDB) no recebimento de propina para beneficiar empresas do setor portuário. Em seu relatório final, foram indiciados Temer e sua filha Maristela, acusados de envolvimento em corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa e a PF solicitou a prisão preventiva do coronel João Batista Lima e de sua mulher Maria Rita Fratez.

 

A denúncia relata que Temer utilizou as empresas de Lima para receber propina da empresa Rodrimar. A PF ainda aponta crimes em pagamentos feitos pelo grupo Libra. Assinado pelo delegado Cleyber Malta Lopes, o relatório final da investigação foi enviado ao Supremo Tribunal Federal nesta terça, dia 17, e agora será encaminhado à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que decidirá se oferece ou não denúncia contra Temer.

 

Não é a primeira vez que o presidente golpista foi denunciado. Antes dessa, Temer foi denunciado por Rodrigo Janot, mas o Congresso Nacional barrou a abertura de ação penal contra ele. A PF também indiciou o empresário Antônio Celso Grecco, Ricardo Mesquita, Carlos Alberto Costa e Carlos Alberto Costa Filho, citados como responsáveis pelos pagamentos de propina em troca de benefícios.

 

 

 

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