Temer e Aécio provam que Justiça brasileira tem dois pesos e duas medidas

Dilma Roussef (PT), a última presidenta eleita democraticamente no Brasil, sofreu impeachment ao ser acusada de cometer crime de responsabilidade por conta de pedaladas fiscais. Juristas de todo o país defendiam que não havia crime, pois não houve uso do dinheiro público para contemplar interesses próprios.
Ao contrário das denúncias que repousam contra o presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) e contra o senador Aécio Neves (PSDB). Em sua segunda denúncia – protocolada pela Procuradoria Geral da República (PGR) – Temer foi acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça. Já o senador mineiro foi gravado pedindo R$2 milhões de reais à Joesley Batista e acusado pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça.
Mas ao contrário de Dilma que foi deposta da presidência sem motivos, ambos se safaram de suas acusações. Por um placar de 44 a 26, Aécio conquistou o direito de permanecer em seu cargo após o Senado mostrar-se contra as medidas cautelares impostas pelo Superior Tribunal Federal (STF).
Já Temer distribuiu emendas, exonerou ministros para que pudessem lhe defender e conseguiu, por um placar de 251 a 233, que sua denúncia não fosse encaminhada para análise do STF. “É inadmissível que essa troca de favores seja escancarada desta forma e que tantas provas sejam ignoradas para que corruptos permaneçam no poder. Continuaremos nossa luta, as eleições estão chegando e faremos o possível para que os defensores de Temer e Aécio não sejam reeleitos”, concluiu Luis Carlos dos Santos, presidente do Sindicato.

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